Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010

O livro da Azoriana, uma realidade

Todos sabemos que a crise toca a todos, mais uns que outros, mas é geral.  Pese embora essa fatalidade, há muito que venho sonhando com a publicação de um livro onde constem as rimas do meu sentir ilhéu, com especial dedicação à freguesia natal e em homenagem póstuma à minha mãe, que sempre me alertava para que apregoasse o que a Serreta tem de bom e de devoto.

 

Se a Serreta está na internet idolatrada, deve-o ao pedido incansável da minha mãe que, após a sua partida, continuou a estar ativo através de mim. E ainda bem que a Serreta não ficou na internet só por ter um vulcão que fez outra espécie de romaria para verem se ele explodia ou dormia.

 

Posto isto, vou ao que interessa: O livro está praticamente pronto. Ocorreu-me a ideia de te (vos, lhe) pedir ajuda para a edição. É simples. Se aceitar (es, em) a inscrição com pré-pagamento, à confiança e sob compromisso de honra, ficará o livro apto a ser editado e de certeza que há direito a um (ou mais). O preço é de 15 euros mais os portes nacionais ou internacionais. São cerca de 200 páginas com capítulos de prosa e escritos em rima, acompanhados de imagens. A prosa é nova e com algumas revelações.

 

O Dr. Fagundes Duarte, o Dr. Victor Rui Dores e o organizador e também escritor Sr. Liduíno Borba, deram o seu contributo para a efetiva concretização de um sonho que venho acalentando desde que dei largas à imaginação pela escrita frequente desde a criação do blog terceirense Azoriana / Açoriana, de 9 de Abril de 2004. Se este gosto vier à tona, ficarei eternamente grata a quem me proporcionar a realização do livro.

 

(O gosto concretizou-se, o sonho realizou-se. Deixo-vos umas quadras e tercetos que reformulei motivada pela alegria deste bom passo dado.)

 

Rimas do sentir ilhéu

Não me deixaram morrer
Sem um livro, permanente,
Que sinto e posso ter
Na mão, sorrindo na mente.

 

Agradeço a vossa ajuda
Que na certa me conforta
A caridade nos acuda
E entre em qualquer porta.

 

“Serreta na intimidade”
Com um toque de saudade
É um livro original.

 

São rosas que vêm do céu,
Rimas do sentir ilhéu
No canteiro ideal.

 

Rosa Silva (“Azoriana”)

publicado por Azoriana às 08:05
link do post | comentar | favorito
|

nota de abertura

Neste espaço residem pequenos fragmentos da alma serretense.
Um residente classificou-a como sendo fresca no clima e quente na hospitalidade. É, sem dúvida, uma freguesia fresca, pequena mas com uma grande alma.

É um "Cantinho do Céu", como a autora lhe chamou num dos seus artigos, já publicados no blog original "Azoriana / Açoriana".
Sob o pseudónimo de Cidália Miravento e na capa de "Azoriana", Rosa Silva vai reunindo coisas suas e de outros no intuito de divulgar a freguesia que lhe deu berço - SERRETA.

Bem-vindo à Serreta, a freguesia de Nossa Senhora dos Milagres, do concelho de Angra do Heroísmo, ilha Terceira - Açores.
in DI Domingo. Foto de António Araújo

índice temático

a biografia

blogs

da azoriana

in palavras açorianas

jornais e revistas

listas

livro

logo_150_anos

ofertas

outras páginas pessoais

outros autores

página pessoal

serreta

serreta na intimidade

todas as tags

Usuários online usuários online

imagem do cabeçalho editada por DJDiniz

Livro de visitas
Guestbook

selo

Azoriana/Açoriana (II)
Azoriana/Açoriana (II)
@ 2006 - Código

(Usa Ctrl+C p/copiar
e Ctrl+V p/colar
o selo no seu blog)

ir para / go to:

Recordando os primórdios ...

Um artigo digno de se ler...

Tradicional tolerância de...

No Diário dos Açores o es...

Memórias de uma Festa - S...

Arquiteto Rodrigo Gonçalv...

A propósito do vídeo de I...

A ponta da Fajã (da Serre...

Maria, ó Mãe dos crentes

Programa das Festas Nossa...

últ. comentários

Muito obrigada Maria João. Bjs
Vejo que continuas a cantar a tua terra, como ning...
Passei por aqui e fiquei gostoso deste blog notici...
Lindo poema! A Última quadra, é de uma beleza e se...
E hoje tive o prazer de cumprimentar o neto do fad...
blogs SAPO

subscrever feeds