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Serreta - Angra do Heroísmo

Os escritos são laços que nos unem, na simplicidade do sonho... São momentos! 09/04/2004. Terceira - Açores

Serreta - Angra do Heroísmo

Os escritos são laços que nos unem, na simplicidade do sonho... São momentos! 09/04/2004. Terceira - Açores

23
Abr12

Sobre o lançamento do livro de Liduino Borba - "1958 - Tragédia na Serreta"

Azoriana

Ponta Delgada , 21 de Abril de 2012 in www.azores.gov.pt

Agenda do Governo Regional dos Açores para 22 e 23 de abril

DOMINGO, DIA 22:

16H00 - O Secretário Regional do Ambiente e do Mar, Álamo Meneses, está presente, em representação do Presidente do Governo, no lançamento do livro 1958 Tragédia na Serreta, da autoria de Liduino Borba.

Local: no salão da Sociedade Filarmónica Recreio Serretense, na Serreta.


Apraz-me registar, com efeito, que este dia foi mais um marco histórico para a freguesia da Serreta e decorreu da melhor maneira possível com a apresentação do livro e com as palavras proferidas pelos membros da mesa, muito bem decorada.

Na mesa de honra, estavam presentes, para além do representante do Presidente do Governo Regional, Dr. Álamo Meneses, que fez o discurso final, o apresentador do livro, Ildeberto Rocha, o autor do livro, Liduino Borba, o presidente da Junta de Freguesia da Serreta, Sérgio Cardoso, o presidente da Sociedade Filarmónica, Emanuel Coelho e eu, Rosa Silva, que a convite de Liduino Borba escrevi o prefácio do livro.

GACS


Eu tinha o "discurso" preparado, por escrito, mas por um contratempo não levei o papel comigo. Fiz uma espécie de improviso, sem quadras nem rimas, mas sentido.

As palavras proferidas pelo Dr. Álamo Meneses foram do melhor, para o momento, e apreciei imenso. No blog "Notícias dos Açores" podemos captar alguns tópicos do mesmo, entre outros sítios que divulgam a efeméride:

O Secretário Regional do Ambiente e do Mar manifestou hoje, na Serreta, ilha Terceira, a satisfação do Governo Regional por, “um pouco por todas as ilhas”, editores privados estarem a contribuir para “fixar a memória nossa colectiva”.

Depois teve lugar a atuação da Filarmónica Recreio Serretense que nos encantou com suas melodias e passo-dobles, iniciando com o Hino da Filarmónica e finalizando com o Hino de Nossa Senhora dos Milagres, também cantado por Hernâni Silveira e Helena Costa.

"Senhora da Serreta, rogai por nós!" é o lema que enfeita as alegrias e/ou tragédias de um tempo que se faz tempo.

Bem-haja a todos os que contribuem para a cultura e história da freguesia, da ilha e da Região Autónoma dos Açores.

Rosa Silva ("Azoriana")

04
Abr12

O meu céu ano-a-ano

Azoriana

Há bem pouco tempo li um artigo que, qual metralhadora, disparava uma série de acontecimentos passados com repercussões no presente e futuro local, nacional e até internacional, em fileira e penso que corretos, tal não fosse a sabedoria de quem os escreveu. Naturalmente que o respetivo autor tem a ver com os espíritos iluminados da nossa sociedade. Não vou mencionar o nome dele porque ele também nem me conhece bem… Talvez só conheça algum dos meus descendentes e julgo que deve nutrir alguma amizade laboral. Enfim, adiante… Aquele artigo contagiou-me e impeliu-me a escrever algumas linhas tomando, precisamente, o términus do seu artigo: nós que vivemos por aqui no meio do Atlântico, o mar só é calmo às vezes.

 

Se o mar desse peixe e a serra desse lenha estava o caldo feito para destemperar a tal crise em tudo o que é onda. Se o caldeirão fosse de ferro e o fogão de chapa antiga, com um forninho por baixo, já se dispensavam muitos dos fogões a gaz ou elétricos e as máquinas de secar roupa (e a da roupa se a pia fosse de lavadouro jeitoso para as mãos esfregarem os fundilhos de umas quantas indumentárias de qualquer sexo). Se não fosse a tal bem apregoada crise, sendo a mesma uma maldita, talvez fosse possível o ser humano ser tolerante q.b. perante algumas circunstâncias da vida. Ora vejamos:

 

Tiraram a uns quantos os subsídios de férias e de Natal e reduziram outros consoante a “cara” tarifária do freguês e, ao invés, não pensaram em deixar ficar o subsídio de refeição dos dias em que a ausência, por férias ou por dias religiosos, não é contada para esse efeito. Não é justo! Não, não é.

 

E por escrever dias religiosos, vêm-me à mente, uma efeméride única e atrativa. Nem sei se serei viva na tal efeméride, mas a sê-lo, teria todo o gosto em permanecer na freguesia (que ainda é e creio que ninguém se atreverá a mexer com as coisas de Deus para deixar de o ser), mas escrevia eu, que teria todo o gosto em permanecer na freguesia do denso nevoeiro (que já não é tanto assim), para a festividade de século e meio. Sou natural e não residente mas serei uma eterna amante daqueles dias em que a Serreta parece um céu na terra.

 

O cheiro das colinas, das alcatras, da massa doce, a alvura das casas, os palcos, as luzes, as cores, as gentes, os abraços, os beijos, o sino, a música, a tasca, os foguetes, os tapetes de flores, as colchas acenando às janelas, os ramos, os altares vistosos, as flores de Maria, o perfume inebriante do Santuário, os cânticos, o Hino, a novena, as orações temáticas, o incenso, a Palavra, o grupo coral, os sermões votivos, as lágrimas, os risos, as tocatas da Filarmónica na alvorada, a Procissão com uma alegria de Filarmónicas visitantes (oxalá este ano fossem quase todas, graciosamente), a tourada do Pico da Serreta, a tourada da quarta-feira com a ida ao Mato, num convívio que reúne os de lá que visitaram os de cá, a quinta-feira da saudade e a sexta-feira do regresso com um cansaço feliz e inesquecível, também para o meu benjamim que, nesses dias, nem dorme direito para atuar com a sua trompa de harmonia… É lindo! É mesmo o céu, esse é o céu que eu vivo ano-a-ano.

 

 

Rosa Silva ("Azoriana")

04
Abr12

"O Tempo pela Notícia" fez 1 ano que "A União" publicou...

Azoriana



Faz hoje, precisamente, um ano que o jornal local, "A União", divulgou a notícia sobre o lançamento do livro - Serreta na intimidade, no dia 2 de abril de 2011, dando conta da felicidade, emoção e concretização de um sonho.

Ao percorrer os jornais do dia de hoje, deparei-me com a imagem "No Tempo pela Notícia", onde vão rolando os títulos correspondentes à data atual.

E não é que voltei a emocionar-me por ver a marca de felicidade que brota da imagem?! É verdade! O que se faz por amor tem sempre o seu valor e o condão de nos chamar a atenção.

Um agradecimento muito especial a quem deu este título ao artigo de então: «LIVRO DE ROSA SILVA "Serreta na Intimidade" num apego à freguesia»... Juro que não fugiu à verdade, verdadinha.

Rosa Silva ("Azoriana")

03
Abr12

As Flores de Maria

Azoriana
Mote:
COM AS FLORES QUE TE DAMOS
UM SORRISO EM TI FLORESCE
HÁ ALEGRIA NOS RAMOS
E TEU CÉU À TERRA DESCE.

Glosa:
COM AS FLORES QUE TE DAMOS
Erguemos uma oração
Nas pétalas a desfolhamos
Perfumando a devoção.

O perfume irradia
UM SORRISO EM TI FLORESCE
No jardim da Avé-Maria
O Menino também cresce.

Ao Teu colo O louvamos
Em botão é Deus Menino
HÁ ALEGRIA NOS RAMOS
Nas flores de Amor Divino.

Ó Maria, Mãe querida,
Teu Amor nunca decresce:
És a Flor da nossa vida
E TEU CÉU À TERRA DESCE.

Rosa Silva ("Azoriana")

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nota de abertura

Neste espaço residem pequenos fragmentos da alma serretense.
Um residente classificou-a como sendo fresca no clima e quente na hospitalidade. É, sem dúvida, uma freguesia fresca, pequena mas com uma grande alma.

É um "Cantinho do Céu", como a autora lhe chamou num dos seus artigos, já publicados no blog original "Azoriana / Açoriana".
Sob o pseudónimo de Cidália Miravento e na capa de "Azoriana", Rosa Silva vai reunindo coisas suas e de outros no intuito de divulgar a freguesia que lhe deu berço - SERRETA.

Bem-vindo à Serreta, a freguesia de Nossa Senhora dos Milagres, do concelho de Angra do Heroísmo, ilha Terceira - Açores.

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Azoriana/Açoriana (II)
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