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Serreta - Angra do Heroísmo

Os escritos são laços que nos unem, na simplicidade do sonho... São momentos! 09/04/2004. Terceira - Açores

Serreta - Angra do Heroísmo

Os escritos são laços que nos unem, na simplicidade do sonho... São momentos! 09/04/2004. Terceira - Açores

06
Jul13

08/09/2012. Discurso de apresentação da Festa da Serreta 2012

Azoriana

08/09/2012. Discurso de apresentação por Rosa Silva
Construção da história da Serreta, da ilha Terceira e dos Açores

 

O Santuário, a Sociedade Filarmónica, o Império, serviços e instituições, a natureza e as gentes (romeiros, peregrinos e nomes de toda a parte) são os pilares da construção da história da Serreta, da ilha Terceira e dos Açores.

Cada palavra escrita ou falada, cada ato solene, cada toque musical, cada donativo, cada promessa, cada pétala depostas com coração e fé junto ao Altar de Maria, nossa Mãe padroeira, são murais de fidelidade ao culto religioso que assenta muito bem neste verde de esperança voltado para o mar anil acinzentado pelo firmamento que traz tantos filhos emigrados, que saíram à procura de sustento. O milagre está sempre na lembrança e no coração que levam ao retorno à festividade maior da devoção ao que é sagrado.

Tudo se repete neste ano comemorativo dos 150 anos de existência como freguesia legal. De 1 de janeiro de 1862 até hoje, sábado, desta segunda semana de setembro de 2012, os caminhos percorridos, a pé ou utilizando qualquer tipo de transporte, tiveram um único motivo: honrar a Mãe. Uma Mãe que tem vários atributos é adorada em inúmeras igrejas, mas aqui, no Santuário serretense, tem uma tónica especial: é a Mãe dos Milagres, cuja origem permanece de geração em geração, fortalecendo tudo o que vem do passado, assente no presente e voltado para o futuro.

Por isso, em nome da Comissão das Festas da Serreta de 2012, constituída por Dimas Romeiro, Dora Pavão, Eva Silveira e Rogério Valadão, junto com seus familiares, amigos e tantos colaboradores da freguesia e de outras freguesias, presto a sincera homenagem aos antepassados, a todos os que aqui estão, aos que não puderam vir, aos emigrantes, aos peregrinos, aos que riem, aos que choram, aos que vieram por vir, aos que sofrem, aos felizes, aos que deram o seu contributo pessoal (ou institucional) para que a festa tivesse o brilho desejado.


A todos, todos, desejo muito Amor e proteção da Padroeira e do seu filho Jesus, que nunca se ausenta de qualquer culto religioso a favor da sua Mãe. Está-lhe nos braços, esteve no ventre por graça plena e está connosco, os que creem.

Eu creio, adoro, espero e amo tudo o que se faz por este berço natal e natural. Sobretudo creio na Mãe Maria e na que me foi doada e me dá, também, a maior felicidade de estar perante vós num abraço total, apresentando o concerto da Filarmónica Recreio Serretense, fundada em 1873, a mais antiga em atividade, na abertura da Festa; o fogo preso; a Procissão solene orientada pelo nosso Reitor, pároco Manuel Carlos Sousa Alves; a tourada da Praça da Serreta, na próxima segunda-feira tradicional; o bodo de leite comemorativo d0 tricinquentenário da freguesia na terça-feira, bem como a procissão de Santo António; a tourada na estrada corrente, na quarta-feira e as atuações noturnas num apelo à vossa presença.


Aqui faço um parenteses para prestar todas as honras a duas pessoas que foram incansáveis na concretização do espetacular Bodo de leite. São eles: César Toste, da Vila das Lajes, e Paulo Gregório, residente na Serreta. O primeiro concebeu o projeto ao pormenor com todo o seu empenho, dedicação e devoção e o segundo executou-o magnificamente com profissionalismo e altruísmo. Muito obrigada, mesmo! Um e outro, ajudados pelos mordomos, seus familiares e alguns voluntários, fizeram o que não lembro de ver nesta rua.


Aguardemos pela terça-feira de  manhã e repetição à noite, pelo cortejo comemorativo dos 150 anos da história serretense.

Peço-vos, então, que Vivam a Festa! Usufruam deste arraial de magia. Façam tudo por Ela, a nossa Mãe e sejam bem-vindos a este Altar do Mundo com a:


Estrela da Romaria!

 

Ó Serreta de Jesus
De Maria e de José
E da musa que conduz
Cantares da minha fé!

Ó Serreta, tua luz
Brilha de frente ou ré
E pró bem sempre seduz
Quem lá vai mesmo a pé!

Ó Serreta de louvores,
A Rainha dos Açores,
Altar da Doce Maria...

Pura de Graça Divina,
Virgem Santa cristalina,
Estrela da romaria!

Rosa Silva ("Azoriana")

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nota de abertura

Neste espaço residem pequenos fragmentos da alma serretense.
Um residente classificou-a como sendo fresca no clima e quente na hospitalidade. É, sem dúvida, uma freguesia fresca, pequena mas com uma grande alma.

É um "Cantinho do Céu", como a autora lhe chamou num dos seus artigos, já publicados no blog original "Azoriana / Açoriana".
Sob o pseudónimo de Cidália Miravento e na capa de "Azoriana", Rosa Silva vai reunindo coisas suas e de outros no intuito de divulgar a freguesia que lhe deu berço - SERRETA.

Bem-vindo à Serreta, a freguesia de Nossa Senhora dos Milagres, do concelho de Angra do Heroísmo, ilha Terceira - Açores.

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