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Serreta - Angra do Heroísmo

Os escritos são laços que nos unem, na simplicidade do sonho... São momentos! 09/04/2004. Terceira - Açores

Serreta - Angra do Heroísmo

Os escritos são laços que nos unem, na simplicidade do sonho... São momentos! 09/04/2004. Terceira - Açores

05
Set17

Recordando os primórdios da festa serretense

Azoriana

(...) O historiador terceirense Ferreira Drumond, baseado numa tradição oral, refere que a ida da imagem de Nossa Senhora dos Milagres para a Serreta se deve a um sacerdote de nome Isidro Machado que se refugiou neste extremo ocidental da ilha e construiu uma pequena ermida colocando lá a imagem de Nossa Senhora com o Menino ao colo. Por morte do padre, a imagem foi recolhida na igreja paroquial de então, a Igreja das Doze Ribeiras. A devoção popular pela Nossa Senhora dos Milagres está ligada a fases cruciais da história terceirense. Por exemplo o século XVIII, quando Portugal se viu envolvido na guerra entre a França e a Espanha contra Inglaterra. Encontrando-se a ilha Terceira “desprovida de fortificações e pouco defensável”, as autoridades militares e civis ao depararem com a imagem de Nossa Senhora dos Milagres, na Igreja das Doze Ribeiras, formularam um voto de se “tornarem seus escravos e promoverem-lhe festa anual se a ilha não sofresse qualquer investida inimiga. E porque assim sucedeu se firmou o voto, subscrito pelos principais cavalheiros militares e eclesiásticos, autoridades e algumas damas de fé”.

A primeira festa foi celebrada a 11 de setembro de 1764, altura da fundação da Irmandade dos Escravos de Nossa Senhora, mas a sua realização não foi continua. Só a partir de 1842, altura em que foi construída a igreja paroquial da Serreta e elevada a paróquia 20 anos depois
(1/1/1862), a Festa foi ganhando novos contornos atraindo muitos angrenses. Desde então a festa realiza-se todos os anos.

Em apenas três dias chegam ao santuário cerca de oito mil peregrinos, fora os que anualmente visitam este templo, elevado há 10 anos anos,
(7/5/2006) ao estatuto de Santuário Diocesano, por D. António de Sousa Braga.

O primeiro desafio é acolher e escutar os peregrinos; depois evangelizar e disponibilizar os sacramentos confiados por Cristo à Igreja aos que os procuram.

Esta festa está também associada a outra de cariz mais popular conhecida como a Segunda Feira da Serreta
(10/9/1849), que atrai centenas de famílias para um pic nic. À semelhança de outros anos, o Governo Regional dos Açores concede tolerância de ponto aos funcionários da Administração Pública Regional, cujos serviços estão sediados na Terceira, por ocasião da tradicional festa da Segunda-feira da Serreta.

O despacho assinado por Vasco Cordeiro salienta “a importância de que o evento se reveste para a população da ilha Terceira e que se traduz numa grande adesão e participação nas manifestações que se realizam naquela data”.


Fonte: AzoresToday.

05
Set17

Um artigo digno de se ler e assimilar - João Rocha escreve...

Azoriana

Transcrevo na íntegra o conteúdo do artigo de João Rocha, in Diário Insular de 5/9/2017:

DIVAGAR DEVAGAR

João Rocha

Pelos trilhos da fé

"Crença absoluta na existência de certo facto; convicção íntima; fidelidade à palavra dada; lealdade; primeira das virtudes teologais, graça à qual acreditamos nas verdades reveladas por Deus; crédito; confiança; prova; religião; adesão aos dogmas de uma doutrina religiosa considerada revelada". A definição é retirada do dicionário e retrata, fielmente, a amplitude de significados que o substantivo feminino fé representa. A palavra, de duas letras e uma só sílaba, é tudo o que vem no dicionário e todo o mais que não se pode reproduzir em...palavras.

A fé não se lê. Vive-se. Como é que se prova isso em palavras? Não se prova.

Escrever sobre fé é entrar num labirinto de emoções que jamais encontrariam eco nas páginas de um jornal.

Mas este labirinto não acarreta nada de negativo consigo. O labirinto, aliás, está cheio de trilhos de fé. Pode-se ir pela direita, esquerda, centro ou fazer inversão de marcha que a bússola da fé acabará sempre por nos dar os pontos cardeais de que necessitamos. Os suportes da crença ou os justificativos para apelar à fé devem ficar, sempre, no reduto exclusivo da nossa intimidade. Não há fés mais fracas ou fortes - há a fé.

As manifestações da fé tanto podem ser pessoais ou coletivas.

Se não fosse a fé, como viveríamos? É melhor nem fazer o exercício especulativo. É a fé que nos transmite as forças suficientes para movermos as montanhas que dão guarida aos vales que servem de âncora à paz almejada por todos.

A fé faz-se em silêncio, caminhando, orando e, acima de tudo, vivendo.

Não se explica, porque nem deve ser questionável.

A Nossa Senhora dos Milagres representa a maior peregrinação terceirense - a segunda mais importante diz respeito a Santo Amaro, que se celebra a 15 de Janeiro.

Os devotos são oriundos de todos os pontos da ilha, caminhando rumo à Serreta isoladamente ou em grupo a qualquer hora do dia ou da noite.

Como habitualmente, irei na próxima 6ª feira como peregrino à Serreta. Os motivos ficam entre mim e a Nossa Senhora dos Milagres. Uma questão de fé. Graças a Deus!

04
Set17

Tradicional tolerância de ponto na segunda-feira da Serreta (11/09)

Azoriana

II SÉRIE Nº 164 SEXTA-FEIRA, 1 DE SETEMBRO DE 2017

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES GABINETE DE EDIÇÃO DO JORNAL OFICIAL HTTP://JO.AZORES.GOV.PT GEJO@AZORES.GOV.PT

Presidência do Governo

Despacho n.º 1769/2017 de 1 de setembro de 2017

Considerando que, no próximo dia 11 de setembro, tem lugar a tradicional festa da segunda-feira da Serreta, no Concelho de Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira;

Considerando a importância de que aquele evento se reveste para a população local, que se traduz numa grande adesão e participação nas manifestações que naquela data se realizam;

Considerando, ainda, que é habitual a concessão de tolerância de ponto no referido dia, para os trabalhadores dos serviços públicos regionais da Ilha Terceira.

Assim, nos termos das alíneas b) e j) do n.º 1 do artigo 90.º do Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma dos Açores, e ao abrigo das competências conferidas pelo n.º 4 do artigo 5.º do Decreto Regulamentar Regional n.º 9/2016/A, de 21 de novembro, determino o seguinte:

1 - É concedida tolerância de ponto, no dia 11 de setembro de 2017, segunda-feira da Serreta, aos trabalhadores da Administração Pública Regional dos Açores cujos serviços estejam sediados na Ilha Terceira.

2 - O presente despacho produz efeitos à data da sua assinatura.

31 de agosto de 2017. - O Presidente do Governo Regional, Vasco Ilídio Alves Cordeiro.

01
Set17

No Diário dos Açores o escrito de Miguel Rosa Costa, em 2011

Azoriana

Serreta – Peregrinação e Partilha

Detalhes

Publicado em 11-10-2011

Escrito por Miguel Rosa Costa

Miguel-Rosa-Costa1 Serreta, pequena freguesia no extremo ocidental da ilha Terceira, com aproximadamente 400 habitantes, com um clima fresco, ambiente saudável e uma grande carga mística.
Não sou natural da Serreta, embora desde criança tenha uma relação pessoal e familiar, que se cimentou nos últimos anos. Até o começar a pensar que lá vou passar uns dias, entre família e amigos, em festa ou em reflexão, me entusiasma, demonstrando já aqui o seu significado e importância.
Sentado a meio da tarde de sexta-feira, olhando para rua, ainda antes da grande movimentação de gentes em torno do santuário ou da mata, escrevo algumas notas num pequeno caderno que me ofereceram de Nova Iorque. Penso logo na distância geográfica e cultural entre estes dois pontos, passando por conceitos como localismo e globalização. Era já sinal da referida reflexão…
Seria extremamente imprudente num simples artigo de opinião “falar” sobre a Serreta, a peregrinação, o santuário, as festas e a sua gente, mas, como muitos, pelo facto de me impressionar imenso, desejo partilhá-la.
E como passar a mensagem do peso ou da importância que estes dias têm? Como explicar a magnitude de sentimentos e o orgulho que sentimos? É de facto algo muito poderoso.
Segundo reza a história, no fim do século XVII, um padre chamado Isidro Fagundes Machado, em choque com a vida em sociedade, procurou refúgio na Serreta, associando o seu desejo de isolamento com os saudáveis ares de montanha que o local oferecia. Terá construído uma pequena ermida onde colocou uma imagem de Nossa Senhora, numa localização diferente de onde hoje se situa o Santuário.
Já em 1842, o local é elevado a curato, sendo transferida para a nova igreja uma imagem de Nossa Senhora dos Milagres, e dando-se início às peregrinações, tendo vindo a tornar-se ao longo dos anos um dos mais populares cultos religiosos nos Açores, reunindo milhares de peregrinos, que a pé percorrem os caminhos da ilha.
Se para muitos é um ato de fé, numa espécie de oração em formato de promessa e demonstração de devoção, para outros será um processo de introspeção, não necessariamente de cariz religioso, mas pessoal. Para outros é o passeio e o convívio, não menos importante para a nossa robustez mental.
Alguns peregrinos optam por fazer o trajeto descalços ou carregando um número ou peso simbólico de velas, por pagamento de promessas específicas, com um forte sentimento de dádiva e gratidão, chegando por vezes a alcançarem os 40 ou 50 quilómetros de distância.
Se olharmos para cada rosto vermelho e cansado que chega ao Santuário, é difícil não pensar no peso das histórias que carregam, na importância de cumprir determinada promessa, por amor e por devoção.
Li algures que serão cerca de 20 mil pessoas a passarem pela Serreta nestes dias de festa, desde os peregrinos, às touradas e ao famoso piquenique.
Aliás, a dimensão profana das festas tem vindo a aumentar, como é disso exemplo a proliferação de tasquinhas ao longo do percurso, onde as “donetes” e as socas de milho se tornaram parte da festa, assim como a imagem de algumas famílias sentadas à frente de casa observando os peregrinos.
Na segunda-feira realiza-se a famosa toirada da praça do Pico da Serreta, tão concorrida que o dia é considerado feriado não oficial em toda a ilha, com tolerância de ponto concedida nas escolas e ao funcionalismo público.
Na quarta-feira, também a toirada de corda reúne muitas pessoas na freguesia, seja visitando antigos amigos, reconhecendo rostos com mais de 40 anos de intervalo, ou apenas para ver os toiros. Este ano ligeiramente prejudicada por jogar o Benfica…
Mas o elemento emocional e espiritual continua a ser o mais importante e significativo para as pessoas, como se presenciou após o fim da procissão de Domingo, onde centenas cantaram a Glória, ao som das sete magníficas filarmónicas presentes.
A incrível sensação de partilha, de pertença a uma comunidade, sendo ou não serretense, a um conjunto de pessoas que têm problemas, alegrias e emoções como nós, foi de facto o clímax espiritual destes dias.

08
Abr17

Memórias de uma Festa - Serreta 2016

Azoriana

Festa 2016

 

Se eu podia escrever um livro - MEMÓRIAS DE UMA FESTA (2016)? Claro que podia! Mas a Festa da Senhora dos Milagres é um "segredo" e sempre assim foi.

Todos os que por essa missão passam sabem de tudo e até partilham com os sucessores os meandros dos "bastidores" possíveis de partilhar, mas cada Comissão da festa profana (entenda-se a parte  noturna dos espetáculos, bodo de leite e touradas) tem a seu cargo um volumoso trabalho que se faz pela calada deixando alguns calos e mazelas.

Aprendi que há laços de amizade que perduram até que a vida terrena cesse. Aprendi que adquirimos força e coragem para fazer o que antes não se tinha feito. Aprendi que o Amor move caminhos de fé e trabalho. Aprendi que a nossa Mãe faz milagres. Aprendi que a minha missão fez-se e terminou com a comemoração do 10° Aniversário do Santuário de Nossa Senhora dos Milagres (7/5/2006). Aprendi que se reza com sorrisos e lágrimas. Aprendi que tive um dos MAIORES gostos da minha existência.

Maurício Toledo será sempre um nome da antecedente Comissão de 2015 que vou lembrar quando apregoou o meu nome junto com a restante equipa residente na freguesia da Serreta. E a Sónia Melo "minha" querida e nova amiga - "irmã" - ficará para sempre residente no meu coração porque foi a minha luz e amparo em muitas situações, no mínimo, peculiares.

Se guardo alguma mágoa? Não sei se é o termo certo para uma ou outra memória. Se não fiz tudo o que pude? Ah, com toda a certeza, que me entreguei de corpo e alma à festividade mais milagrosa do mundo! Sim, porque foi uma Festa que um mundo de gente participou mesmo que não fosse natural da freguesia.

Bem-haja a toda a gente e não posso deixar de fora o Reitor Cónego Manuel Carlos que só pelo olhar percebia o que lhe ia na alma.

Que a união seja a força da Comissão nomeada para 2017, na paróquia que conta com 110 anos de existência, conforme o ano inscrito no frontispício do Santuário. Que jamais deixem de CONFIAR que com Amor tudo se faz e as dores e "marradas" fazem parte de uma caminhada de alegria e sucesso!

Que podia escrever mais? Podia... Mas não seria a mesma escrita luzente de muitos e bons escritores que a nossa ilha Terceira tem e com valores que mais alto se levantam e imprimem.

8 de abril de 2017

Rosa Silva ("Azoriana")

07
Abr17

Arquiteto Rodrigo Gonçalves defende «Nova vida para a Estalagem da Serreta»

Azoriana

DI 05042017

Consola a ler o artigo completo no jornal Diário Insular, de Angra do Heroísmo, datado de 5 de abril de 2017, uma quarta-feira simpática com a escrita que logo atrai o meu olhar.

Não transcrevo o artigo completo porque ocupa duas páginas (6 e 7) da parte Região, com uma imagem do jovem arquiteto, Rodrigo Gonçalves, e a imagem do esqueleto da Estalagem da Serreta na "mortandade" atual.

Quem gosta do lugar onde nasceu e ainda sente o coração pulsar pelo que lá viu e continua a ver (com outros olhos, neste caso, de tristeza) é que sabe dar valor ao escrito sobre a tese de mestrado de Rodrigo Gonçalves ao imóvel, em largo título «Estalagem da Serreta "merece ser ressuscitada"». E mais: «Intervenção deve ser "qualificada"» afirma Rodrigo Gonçalves.

Se há dinheiro para tanta remodelação em lugares de nome pomposo porque não haverá para lugares que são terreno escolhido para "residência" da Virgem Santa Maria? E que vista fenomenal se avista do alto onde a Estalagem se ergue esmorecida?

«A obra de João Correia Rebelo está hoje vandalizada». E nas linhas de destaque vem a «História do abandono». O que me salta à vista nesse trecho é «... o arquiteto João Vieira Caldas, que se dedicou ao estudo da obra de João Correia Rebelo, defendia que os organismos governamentais não podiam ter ficado de braços cruzados, enquanto o edifício era vandalizado e saqueado.»

Se um dia eu jogar num jogo social de quantias risonhas e me sair uma quantia com moldes francos juro-vos que será uma ideia a ter em conta, peso e medida para ainda ver aquela Estalagem, uma Estalagem de Sonho Serretense, assim Nossa Senhora dos Milagres me conceda tal graça.

Se eu não conseguir tal desejo (ou graça, porque só a tem quem merece) que alguém dê asas à tese de mestrado do jovem e promissor arquiteto Rodrigo Gonçalves (que até o apelido é igual ao do meu avô materno) e "Correia" também pertencia ao mesmo. Há aqui um "chamamento"... Mas, há sempre um mas...

Leia-se mais sobre este assunto em escritos meus algures na pesquisa googliana...

30
Jan17

A propósito do vídeo de Ivo Silva sobre a Procissão da Senhora dos Milagres 2016

Azoriana

Sim! Estive na Procissão
Dos Milagres, da Serreta,
E também na Comissão
Primeira vez na faceta.

Ano dois mil e dezasseis
Dez anos de Santuário
Porque em dois mil e seis
Maio foi extraordinário.

Dois homens, duas mulheres,
Sem parentesco algum,
Fizeram os seus deveres
Numa alegria incomum.

Fui feliz por ser chamada
À freguesia da Mãe
Que pelo mundo é amada
Como a Festa que Ela tem.

Desejo felicidades
A quem se seguirá
Que se unam amizades
Tanto de cá como de lá.

Viva a nossa Serreta
Que é o pulmão da ilha
Na Ponta a silhueta
De uma ave maravilha.

Venham com devoção
Depôr no Jardim da Senhora
O perfume da oração
Que a Paróquia comemora.

Cento e dez de existência
Da paróquia serretense
A divina Providência
A nova Festa pertence.

Seja a Senhora louvada
Entre cânticos e hinos
Tenha uma placa lembrada
No lado que tem os sinos.

A ideia que ora dei
Foi me ditada d'além
Como se fosse uma lei
Fundada por minha mãe.

Matilde Rosa Cota Correia
Foi uma mártir devota
Que teve uma vida cheia
Do Amor que não se esgota.

E Rosa eu também sou
Nome da flor que ela tem
Humberta também ficou
Com o Amor da nossa mãe.

Rosa Silva ("Azoriana")

13
Nov16

A ponta da Fajã (da Serreta)

Azoriana


É da ilha um recorte
Em beleza de rochedo
Alegre de sul a norte
Que desenho só com um dedo.

Na ponta se queima a sorte
De quem partiu com medo
Mas a rocha tem suporte.
E o Farol quebra o degredo.

Seu celeiro foi Fajã
Da ponta vi seu retrato
Mais a ave que lhe é chã.

É vistosa no Verão
A natura que relato
Da Serreta o coração.

Rosa Silva (“Azoriana”)

06
Set16

Programa das Festas Nossa Senhora dos Milagres 2016

Azoriana

Festas Nossa Senhora dos Milagres

Serreta 2016
Programa
10 a 15 Setembro
- Uma década de Santuário -
 
10 SET.
SÁBADO
19:00H - DESFILE DA FILARMÓNICA RECREIO SERRETENSE
PERCURSO: DO PICO À IGREJA
20:00H  - NOVENA
21:00H - ABERTURA DE ILUMINAÇÃO E BAZAR
22:00H - CONCERTO DA FILARMÓNICA RECREIO SERRETENSE
23:00H - TRADICIONAL FOGO PRESO (1° PEÇA)
23:30H - TRADICIONAL FOGO PRESO (2° PEÇA)
00:00H - MISSA
 
11 SET.
DOMINGO
(06:00H - ALVORADA ZONA ABAIXO DA IGREJA)
06:00H - MISSA
10:00H - MISSA
16:00H - MISSA SOLENE EM LOUVOR DE NOSSA SENHORA DOS MILAGRES SEGUIDA DE PROCISSÃO
21:00H - ABERTURA DE ILUMINAÇÃO
22:00H - ATUAÇÃO DO GRUPO "PÓ DE PALCO"
 
12 SET.
SEGUNDA-FEIRA
06:00H - ALVORADA ZONA ACIMA DA IGREJA)
11:00H - MISSA
17:00H - TRADICIONAL TOURADA NA PRAÇA DO PICO DA SERRETA
COM TOUROS E VACAS DE HUMBERTO FILIPE E EZEQUIEL RODRIGUES
19:00H - NOITE INFANTIL COM INSUFLÁVEIS, BALÕES E PINTURAS FACIAIS
21:00H - ABERTURA DE ILUMINAÇÃO E BAZAR
22:00H - ATUAÇÃO DE "FRANCISCO OURIQUE"
 
13 SET.
TERÇA-FEIRA
12:00H - TRADICIONAL BODO DE LEITE
18:00H - MISSA SEGUIDA DE PROCISSÃO
EM LOUVOR DE SANTO ANTÓNIO
19:30H - BODO DAS BRINDEIRAS
21:00H - ABERTURA DA ILUMINAÇÃO E BAZAR
21:30H - CANTORIA COM OS CANTADORES JOSÉ ELISEU, JOÃO LEONEL (RETORNADO), ANTÓNIO MOTA, MARCELO CANETA E JOSÉ BORGES (ILHA DE SÃO MIGUEL), ACOMPANHADOS PELOS TOCADORES VITOR MELO, EMANUEL COELHO, TIAGO LIMA E FRANCISCO OURIQUE
 
14 SET.
QUARTA-FEIRA
11:00H - EXCURSÃO AO TENTADERO DE EZEQUIEL RODRIGUES
18:00H - TRADICIONAL TOURADA À CORDA
COM TOUROS DE HUMBERTO FILIPE E EZEQUIEL RODRIGUES
21:00H - ATUAÇÃO DOS "SÓ FORRÓ"
23:00H - SURPRESA
 
15 SET.
QUINTA-FEIRA
17:00H - TRADICIONAL VACADA NA PRAÇA DO PICO DA SERRETA COM VACAS DE EZEQUIEL RODRIGUES.
 
Agradecimento
Queremos desta forma, agradecer a todos os que de uma ou outra forma, contribuíram para a realização destas festas.
Deixar um agradecimento especial a todos os emigrantes que fizeram donativos.
Também um agradecimento especial ao comandante José Miguel Alves Teixeira da Esquadra dos Biscoitos por toda a disponibilidade que teve para connosco.
A todos vós o nosso muito obrigado, pois sem a vossa colaboração não seria possível realizar esta festa.
 
A comissão
Dinarte Pavão
Paulo Simão
Rosa Silva
Sónia Melo
 
FECHO GERAL DE TRÂNSITO
SÁBADO (dia 10) - 18H00 ÀS 02H00
DOMINGO (dia 11) - 14H00 ÀS 20H00 E DAS 21H00 À 01H00
DIA 12 A 15 SET. DAS 21H00 À 01H00
01
Set16

Serreta 2016 - Novenário de Nossa Senhora dos Milagres

Azoriana

02/09 (Sexta):

- Filarmónica Recreio Serretense

Pregador: Pe. Tomás Brito

 

03/09 (Sábado):

- Mensagem de Fátima

Pregador: Pe. Dr. José Júlio Rocha

 

04/09 (Domingo):

- Grupos corais

Pregador: Cónego Dr. João Maria Mendes

 

05/09 (Segunda):

- Leitores e Acólitos

Pregador: Cónego João de Brito

 

06/09 (Terça):

- Famílias de Nossa Senhora

Pregador: A definir

 

07/09 (Quarta):

- Catequese

Pregador: Cónego António Henrique

 

08/09 (Quinta):

- Idosos

Pregador: Pe. Dr. José Júlio Rocha

 

09/09 (Sexta):

- Franciscanos

Pregador: Frei Mário Jorge

 

10/09 (Sábado):

- Peregrinos

Pregador: Ângelo Valadão

 

 

Terço meditado: 19H30

Missa com pregação: 20H00

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nota de abertura

Neste espaço residem pequenos fragmentos da alma serretense.
Um residente classificou-a como sendo fresca no clima e quente na hospitalidade. É, sem dúvida, uma freguesia fresca, pequena mas com uma grande alma.

É um "Cantinho do Céu", como a autora lhe chamou num dos seus artigos, já publicados no blog original "Azoriana / Açoriana".
Sob o pseudónimo de Cidália Miravento e na capa de "Azoriana", Rosa Silva vai reunindo coisas suas e de outros no intuito de divulgar a freguesia que lhe deu berço - SERRETA.

Bem-vindo à Serreta, a freguesia de Nossa Senhora dos Milagres, do concelho de Angra do Heroísmo, ilha Terceira - Açores.

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