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Serreta - Angra do Heroísmo

Os escritos são laços que nos unem, na simplicidade do sonho... São momentos! 09/04/2004. Terceira - Açores

Serreta - Angra do Heroísmo

Os escritos são laços que nos unem, na simplicidade do sonho... São momentos! 09/04/2004. Terceira - Açores

04
Abr12

"O Tempo pela Notícia" fez 1 ano que "A União" publicou...

Azoriana



Faz hoje, precisamente, um ano que o jornal local, "A União", divulgou a notícia sobre o lançamento do livro - Serreta na intimidade, no dia 2 de abril de 2011, dando conta da felicidade, emoção e concretização de um sonho.

Ao percorrer os jornais do dia de hoje, deparei-me com a imagem "No Tempo pela Notícia", onde vão rolando os títulos correspondentes à data atual.

E não é que voltei a emocionar-me por ver a marca de felicidade que brota da imagem?! É verdade! O que se faz por amor tem sempre o seu valor e o condão de nos chamar a atenção.

Um agradecimento muito especial a quem deu este título ao artigo de então: «LIVRO DE ROSA SILVA "Serreta na Intimidade" num apego à freguesia»... Juro que não fugiu à verdade, verdadinha.

Rosa Silva ("Azoriana")

19
Jan12

Serreta da ilha

Azoriana
Trago a Serreta ao peito
Coroada de mansidão
Quando acordo e me deito
Rezo apenas uma oração

Obrigada Virgem Mãe
Por me dares mais um dia
E também todo o bem
De não ter vida vazia.

Pelos três filhos criados
No lar da minha afeição
Sejam sempre abençoados
E livres de aflição.

Que todos os meus parentes
E os amigos de verdade
Estejam sempre presentes
Plenos de felicidade.

Rosa Silva ("Azoriana")
18
Jan12

Da Terceira para Leiria (carta para um amigo de lá)

Azoriana
Olá caríssimo amigo leiriense!
 
Escrevo estas mal notadas linhas para lhe desejar boa saúde e alegria. Até pareço a minha falecida avó que quando escrevia uma carta à sua irmã emigrada na América, se sentava junto a um estrado de madeira que ficava à janela da cozinha, em frente àquele mar inteiro e belo que parecia subir até à vizinha ilha Graciosa, e se munia da respetiva folha de papel específica para aquela feliz tarefa. Então, sempre que possível (e não era nada fácil ter gente à volta dela durante esse ato de saudade) espreitava a cortesia e as letras refinadas e bem desenhadas cuja escrita levava os retalhos de cá para a vivência tão diferente e saudosa de lá.
 
Isto tudo para lhe dizer que hoje mesmo, ao cirandar pelo seu blog dispersamente, foi ter a um link para a sua biblioteca de A-Z. Adorei. E mais porque encontrei o registo: 1700 Serreta na intimidade Rosa Silva ("Azoriana") Nova Gráfica, Lda (Angra-Terceira) ed. 2011. Claro que consegui avistar, na imagem que encima o artigo, a lombada do meu livro.
 
Coincidência ou não, também tenho andado a colecionar os livros da minha pequena biblioteca de casa. Se quiser posso mandar-lhe a base de dados que preparei com a aplicação Access. De qualquer forma, acho louvável a sua partilha através do blog com descritores e fácil de encontrar seja qual for o tema. Parabéns!
 
Resta-me terminar esta cartinha tecnológica com um abraço agradecido e simpático para o leiriense que ama a ilha Terceira tal como aqueles que a amam.

Rosa Maria
17
Mai11

Recordar é viver lembrando

Azoriana

«Serreta na intimidade»
Um livro que foi lançado
No salão da Sociedade
Pelo povo acarinhado.

 

O dois de Abril me há-de
Ficar sempre recordado
E naquela comunidade
Foi sonho realizado.

 

Paira ainda um sorriso
Uma emoção verdadeira
Que me deu volta ao juízo...

 

Içei do meu ser humilde
Uma âncora pioneira
Do desejo da Matilde.

 

Rosa Silva ("Azoriana")

05
Abr11

Versos que a Chica Ilhéu me ofereceu e declamou no dia do lançamento do meu livro

Azoriana

O teu livro acabei de ler,
E dele muito gostei,
É fruto do teu saber
Disso nunca duvidei!

"Serreta na intimidade",
Foi o título escolhido,
Nele sente-se a saudade
O nome tem seu motivo!

Dos poemas lá escritos,
De todos o que mais gostei,
Embora todos bem bonitos
Um, deles eu destaquei!

"VERSOS DE MÃE" Salvam vidas...
Dizes no teu poema
Rimas nessas linhas queridas
A tua dor e dilema!

Do BODO falas também,
Da Senhora e Procissão,
Mas sem nunca esquecer a Mãe
Que trazes no teu coração!

Dedicaste ao Alfenim,
Umas rimas com Louvor,
Falaste do teu cantinho
Com muito carinho e amor!

Serretense que se preza,
Tem sempre muita devoção,
Trabalha, festeja e reza,
Com a freguesia no coração!

A os amigos dedicaste,
Umas rimas ao teu jeito,
E se às vezes não rimaste
Nem tudo sai a preceito!

Não esquecendo a Cidade
De Angra do Heroísmo,
Com palavras a rimar
Falaste no Patriotismo!

Nestas minhas quadras singelas,
Deixo a minha admiração,
Deixo um abraço apertado
Do fundo do meu coração!

A Amizade é o maior bem,
Que o Ser Humano pode ter,
Assim o faço também,
E penso bem merecer,
Um abraço te quero dar
E, dizer-te: -"PARABÉNS!"
Pelo livro que vais lançar
Que vivas por muitos anos!


CHICA -24-3-2011, in "Chica Ilhéu"

05
Abr11

Serreta na intimidade - o texto de Luís Nunes, o apresentador do espectáculo de lançamento do meu livro

Azoriana

Depois de lido um poema da autora de “Serreta na intimidade” em que espelha bem o que significa para ela este dia, vou apresentar-me Chamo-me Luís Nunes e é com muita alegria (e até orgulho) que me associo a um dos dias mais importantes da Vida de Rosa Silva. A minha função será a de apresentador do que aqui irá acontecer esta noite e também de ler alguns poemas que fazem fazer parte do livro e também que rebusquei dos muitos que a Rosa tem publicados On Line, é o caso do que acabei de ler...

A maior parte das pessoas, pelo mundo fora, conhece a Rosa Silva por Azoriana, “Terceirense das Rimas”, e conheceram-na como eu pela Internet, através do Blogue que é talvez a sua grande paixão.

Um dia eu, por brincadeira, resolvi criar um blogue, sem saber bem no que me estava a meter, o primeiro comentário que recebi de apreço e motivação foi da Rosa. Estando eu, na altura, a passar um momento difícil da minha vida, minha mãe estava em fase terminal, a Azoriana ia seguindo os meus posts, para quem não sabe posts são os artigos que editamos nos blogues, e identificando-se comigo no meu sofrimento, pois já tinha perdido a sua mãe e sabia o que eu estava a sentir. Estando eu no hospital na hora da visita ela telefona-me, convém realçar que até então só nos conhecíamos pelos blogues, solicitando permissão para ir-me visitar e conhecer a minha mãe. Claro que acedi. A curiosidade era muita. Gostei de a conhecer e a amizade, com altos e baixos, ficou até hoje. Juntos organizamos dois encontros de bloguers que baptizamos de “Encontro Bloguista da Ilha Terceira”. Quando a Rosa quis sair da organização dos encontros eles morreram! Faltou a força e teimosia dela para se ter coragem de levar em diante a iniciativa. Diga-se que é necessária muita coragem, porque depois da polémica que gerou o hino do bloguista, escrito pela Rosa e cantado pelo carocho, conjugado a um Power Point de má qualidade que eu fiz, que criou, talvez, a maior guerra escrita acontecida nos Açores entre Micaelenses e Terceirenses, não é fácil voltar a organizar um encontro. Imaginem que a Rosa, por causa desta batalha, ia quase desistindo do seu blogue.

Hoje, a Rosa realiza o sonho que acalentava há alguns anos de lançar um livro. Escolhe a terra que a viu nascer para o fazer, e inclui-me nas páginas do mesmo na perspectiva de bloguer e amigo o que muito me satisfez. Mas também me inclui nesta página viva da sua vida trazendo-me a esta Serreta, pela qual eu também nutro muita afeição, (não fosse eu devoto de Nossa Senhora dos Milagres), para que também possa render-me a esta homenagem de uma filha a três mães: Matilde, Nossa Senhora dos Milagres e à mãe Terra.


Luis Fagundes Nunes, de "Ideias e Ideais".
Leia-se, também, o artigo com os Versos que Luís Nunes me dedicou.
2 de Abril de 2011


Freguesia da Serreta, concelho de Angra do Heroísmo, ilha Terceira, Açores

23
Mar11

Convite versátil

Azoriana
Clique na imagem para ler o Convite

 

 

«Serreta na intimidade»
É o livro a ser lançado
Dia 2 na Sociedade
Com festa apresentado.
 
Lá vou eu voando em cena
Do virtual para o real
Por enquanto estou serena
Por enquanto estou normal.
 
Só espero não faltarem
Ao dia mais ansiado
Para lá me procurarem
Para o livro autografado.
 
Sei que isto não é promessa
Nem tão pouco brincadeira
Mas que seja uma remessa
De livros pla ilha inteira.
 
E que não seja pecado
Esta minha intenção
Porque o livro é dotado
De cenas do coração.
 
Rosa Silva
08
Mar11

In Grupos do Google: “Sextante 2”

Azoriana

LANÇAMENTO NA SERRETA Rosa Silva solta a rima no seu primeiro livro

 

Publicado na Terça-Feira, dia 08 de Março de 2011, em Atualidade

 

Num mundo de rimas e cadência musical, a poetisa popular Rosa Silva aposta na construção da história da Serreta, da ilha Terceira e dos Açores, não obstante de encontrar-se dedicatórias pessoais sobretudo à sua própria mãe.

 

Tudo começou com a publicação de versos num blog designado por “Azoriana”, que, aos poucos, foram também tomando a forma de “cantigas ao desafio” e, por último, de livro ‘poético-biográfico’ – “Serreta na Intimidade”, o título propõe contar todos os segredos.

 

A rima está para Rosa Silva como Nossa Senhora dos Milagres está para a Serreta. E, no fundo, acaba por ser difícil desassociar a poetisa popular dessa freguesia do concelho de Angra do Heroísmo, ou não fosse o berço da “fazedora de versos”.

 

Decorridos sete anos da criação do seu blog “Azoriana”, presentemente no ativo, e dos primeiros trabalhos expostos ao olho gigante do mundo virtual, surge a compilação dos versos em livro acompanhados por trechos biográficos que contextualizam as suas palavras criativas. Intitulado “Serreta na Intimidade”, da chancela Turiscon Editora, a primeira obra de Rosa Silva vai aparecer em breve nos escaparates comum objetivo muito próprio.

 

“Fazer homenagem à minha mãe e concretizar o compromisso que eu tinha com ela: divulgar a sua Serreta”, revela a autora à conversa com o nosso jornal, classificando por isso o seu trabalho de “missão” assumida a partir do momento em que a senhora sua mãe, Dona Matilde, verificou existir pouca informação disponível sobre a freguesia.

 

“Na altura, a freguesia estava intimamente ligada ao fenómeno do Vulcão. Mais do que isso e do que a Festa religiosa de Setembro não se conhecia. Então fui à Biblioteca fazer pesquisa e encontrei um livro de carácter histórico. A partir daí comecei a escrever umas quadras mas, sinceramente, não sei como me surgiram”, contextualiza.

 

Depois de publicadas, sem a sua assinatura, recorda, as reações foram imediatas e provenientes dos quatro cantos do mundo. Brasil, Canadá e Estados Unidos da América, entretanto, são os países onde a comunidade emigrante mantém uma ligação permanente por vários motivos como gosto, amizade, informação e saudade.

 

“Não assinava porque sentia-me pouco à vontade a dar-me a conhecer. Mas os seguidores do blog encorajaram-me a fazê-lo. E acabei por criar laços de amizade entre várias pessoas. A comunidade local agora é que vai conhecendo mais um pouco do meu trabalho”, refere a criadora do espaço virtual “Azoriana” acrescentando que, mais tarde, seguiram-lhe outras aventuras no campo da escrita. É autora de letras das canções “Olé, Bravo Taurino”, de Vítor Santos, e “Açores, 9 Aguarelas”, de José Pimentel, bem como escreveu as cantigas de Saudação e Despedida do Bailinho de Carnaval da Terceira Idade dos Biscoitos 2011.

 

“Foi a minha estreia. Por isso esse bailinho vai estar na apresentação do meu livro”, adianta. [Nota: O bailinho não esteve presente por motivos de força maior. Estiveram presentes cantadores de improviso e tocadores da ilha Terceira]

 

Para além de cumprida a promessa original, Rosa Silva espera ter contribuído para a consolidação de um legado, sendo que, salienta, a riqueza cultural, histórica e social agora materializada em livro começa também a ter os seus frutos dentro da sua própria casa.

 

“Tenho três filhos jovens. O mais novo, de 14 anos de idade, aprecia o meu trabalho. E todos já começaram a participar em danças e bailinhos de Carnaval. É bom sinal”, considera a poeta popular.

 

Escrever e cantar

 

Rosa Silva conta que, no tempo da escola primária, não tinha facilidade em escrever poemas e prosa e, certo dia, chegou a casa a chorar tal a sua frustração ao sentir-se incapaz de traçar umas linhas como havia mandado a professora.

 

“Os meus pais é que escreveram a quadra para eu levar no dia seguinte para a escola. Senti-me como se me tivessem salvado a vida”, recorda a poeta popular.

 

Passadas décadas, continua, só deseja concretizar a publicação dos 750 exemplares seu livro “Serreta na Intimidade”, com o apoio de Liduíno Borba da Turiscon Editora, confessando o temor da morte prematura. “Essa possibilidade entristece-me. Fazer algo e não o ver aterroriza-me. Tenho muita vontade em saber a reação das pessoas”, diz.

 

Entretanto, o medo não parece ter tomado conta da autora quando avançou com a ideia de participar ativamente nas “cantigas ao desafio”, em 2008, soltas em público ao lado de cantadores e outros improvisadores simpatizantes que costumam reunir-se de quando em vez nos bares locais.

 

“Pensei, se na escrita a coisa vai bem, pode ser que a cantiga também tenha algum sucesso. Gostei muito e já fui a várias freguesias da ilha”, relembra.

 

Relembra ainda as palavras das cantigas dos cantadores Charrua e Trulu, expressas em livro da autoria de Mário Pereira da Costa, os quais são para Rosa Silva a referência máxima do género.

 

“Li o livro e até chorei. Adorei a obra e fiquei também com uma grande vontade de cantar”, conclui.

 

Lançamento
a 2 de Abril

 

A cerimónia de lançamento do livro “Serreta na Intimidade”, de Rosa Silva, está marcada para o dia 2 de Abril, pelas 19h00, na sede da Sociedade Filarmónica Serretense, e contará com as palavras de Luís Bretão na apresentação da obra.

 

Estará presente o grupo musical Tinotas, a Sociedade Filarmónica Serretense e, ainda, o Bailinho de Carnaval da Terceira Idade dos Biscoitos. [Esteve presente a Filarmónica Recreio Serretense, cantadores de improviso e tocadores. Os outros grupos não se apresentaram no lançamento do livro por impossibilidade.]

 

Assinam o prefácio e o posfácio do livro, respetivamente, Luís Fagundes Duarte e Victor Rui Dores.

 

(UN) Sónia Bettencourt

03
Dez10

O livro da Azoriana, uma realidade

Azoriana

Todos sabemos que a crise toca a todos, mais uns que outros, mas é geral.  Pese embora essa fatalidade, há muito que venho sonhando com a publicação de um livro onde constem as rimas do meu sentir ilhéu, com especial dedicação à freguesia natal e em homenagem póstuma à minha mãe, que sempre me alertava para que apregoasse o que a Serreta tem de bom e de devoto.

 

Se a Serreta está na internet idolatrada, deve-o ao pedido incansável da minha mãe que, após a sua partida, continuou a estar ativo através de mim. E ainda bem que a Serreta não ficou na internet só por ter um vulcão que fez outra espécie de romaria para verem se ele explodia ou dormia.

 

Posto isto, vou ao que interessa: O livro está praticamente pronto. Ocorreu-me a ideia de te (vos, lhe) pedir ajuda para a edição. É simples. Se aceitar (es, em) a inscrição com pré-pagamento, à confiança e sob compromisso de honra, ficará o livro apto a ser editado e de certeza que há direito a um (ou mais). O preço é de 15 euros mais os portes nacionais ou internacionais. São cerca de 200 páginas com capítulos de prosa e escritos em rima, acompanhados de imagens. A prosa é nova e com algumas revelações.

 

O Dr. Fagundes Duarte, o Dr. Victor Rui Dores e o organizador e também escritor Sr. Liduíno Borba, deram o seu contributo para a efetiva concretização de um sonho que venho acalentando desde que dei largas à imaginação pela escrita frequente desde a criação do blog terceirense Azoriana / Açoriana, de 9 de Abril de 2004. Se este gosto vier à tona, ficarei eternamente grata a quem me proporcionar a realização do livro.

 

(O gosto concretizou-se, o sonho realizou-se. Deixo-vos umas quadras e tercetos que reformulei motivada pela alegria deste bom passo dado.)

 

Rimas do sentir ilhéu

Não me deixaram morrer
Sem um livro, permanente,
Que sinto e posso ter
Na mão, sorrindo na mente.

 

Agradeço a vossa ajuda
Que na certa me conforta
A caridade nos acuda
E entre em qualquer porta.

 

“Serreta na intimidade”
Com um toque de saudade
É um livro original.

 

São rosas que vêm do céu,
Rimas do sentir ilhéu
No canteiro ideal.

 

Rosa Silva (“Azoriana”)

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nota de abertura

Neste espaço residem pequenos fragmentos da alma serretense.
Um residente classificou-a como sendo fresca no clima e quente na hospitalidade. É, sem dúvida, uma freguesia fresca, pequena mas com uma grande alma.

É um "Cantinho do Céu", como a autora lhe chamou num dos seus artigos, já publicados no blog original "Azoriana / Açoriana".
Sob o pseudónimo de Cidália Miravento e na capa de "Azoriana", Rosa Silva vai reunindo coisas suas e de outros no intuito de divulgar a freguesia que lhe deu berço - SERRETA.

Bem-vindo à Serreta, a freguesia de Nossa Senhora dos Milagres, do concelho de Angra do Heroísmo, ilha Terceira - Açores.

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